Americano recebe coração de suicida… e se mata!?!?!?!?
Escrito por Carlos Alberto em Abril 8, 2008
Amigos, eu li essa notícia na Folha Online, será que alguém consegue me explicar?
Definitivamente o mundo acabou.
Um americano que havia recebido o coração de um suicida em um transplante, há 13 anos,
se matou da mesma forma que seu doador, afirma uma reportagem do jornal
americano “Beaufort Gazette”.
Segundo o jornal, Sonny Graham sofria de insuficiência cardíaca congestiva quando recebeu,
em 1995, o coração de Terry Cottle, que havia se matado com um tiro na cabeça.
Depois de um ano com o novo órgão, ele procurou a família de Cottle para agradecer pelo
órgão e acabou se envolvendo e casando com a viúva de seu doador, Cheryl Cottle, em 2004.
O jornal cita fontes da polícia e afirma que, na semana passada, Sonny Graham, que morava no
Estado americano da Geórgia com a esposa e tinha 69 anos, se matou com um tiro na
garganta na garagem da residência do casal.
De acordo com um amigo de Graham, cerca de 300 pessoas compareceram ao funeral,
realizado na sexta-feira na cidade de Viladia, na Geórgia.
Segundo os amigos do casal, Graham não aparentava estar deprimido.
Herança
O fenômeno da herança de traços da personalidade do doador em transplantados
já foi estudado por cientistas.
Em 2002, a revista científica Journal of Near-Death Studies publicou uma pesquisa extensiva
realizada pelo neuroimunologista Paul Pearsall sobre o assunto.
Pearsall havia entrevistado cerca de 150 receptores que haviam passado por transplantes
de coração ou de pulmão e afirmou que as células vivas do tecido do órgão
transplantado tinham a capacidade de memória.
A teoria, conhecida como “memória celular”, foi tema de um livro escrito por Pearsall
e inspirou ainda outra publicação A Voz do Coração, da professora de dança Claire Sylvia.
Ela, que havia sido entrevistada por Pearsall, descreve sua experiência depois que
recebeu o coração de um jovem em um transplante. Sylvia, que nunca havia bebido cerveja,
acordou da cirurgia pedindo pela bebida a preferida de seu doador.
Apesar das pesquisas sobre a herança da personalidade dos doadores, vários especialistas
em transplantes afirmam que ainda há pouca prova científica sobre esta relação.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u389943.shtml
Se alguém conseguir me explicar isso fique à vontade.
Não esqueça de comentar.
Volte Sempre!
Carlos Alberto